Wednesday, February 1, 2017

Walt Disney World: Tudo começou com Mortimer e Minerva Mouse
Arrume as crianças e conheça a encantadora cidade de Orlando!


Personagens principais da Disney em frente ao castelo da Cinderela (Foto: Reprodução)
Quem nunca sonhou em ir para a Disney? Desde a época que Mickey e Minnie ainda eram Mortimer e Minerva Mouse, primeiros nomes dados ao casal de ratinhos que fizeram parte da nossa infância, a empresa do carismático e criativo senhor Walt Disney só cresceu!
Ainda pequenos, nós ouvíamos falar desse grande e mágico parque em Orlando, na Flórida, que abriga toda a magia da nossa infância com desenhos, filmes e diferentes personagens, sempre fazendo planos para conhecer a cidade dos sonhos com nossos familiares e amigos.
Orlando tornou-se uma cidade turística dos Estados Unidos após Walt Disney comprar sigilosamente uma gigantesca área pantanal com a ideia de expandir seu império e dar vida aos seus personagens, que fizeram e fazem sucesso até os dias de hoje.
Se você é fã de carteirinha saiba que levará mais do que apenas um dia para visitar todos os parques e suas atrações. Atualmente, Orlando possui quatro parques temáticos dentro da Disney: Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom. Além dos aquáticos: Thyphoon Lagoon e Blizzard Beach. Agora, se você se intitula amante de jogos eletrônicos não poderá deixar de visitar o Disney Quest e depois dar um pulinho na área de entretenimento Downtown Disney. 

Parque Epcot, na Disney. (Foto: Reprodução)
Apesar de ser voltado para o público infantil, as atrações e os shows de personagens como Pato Donald, Pateta, Pluto, Cinderela, Nemo, Branca de Neve, etc, acabam encantando homens e mulheres de todas as idades, já apaixonados pelos desenhos mais antigos.
Se a intenção é conhecer mais pontos turísticos de Orlando, visite também os parques temáticos da Universal: Universal Studios, Islands of Adventure, o aquático Wet´n Wild e o complexo de entretenimento Universal CityWalk, ou um dos vários parques do SeaWorld Parks, com incríveis apresentações de animais marinhos!

Frente do Parque Universal (Foto: Reprodução)

Visitar Orlando significa abrir a mente e o coração para relembrar sua infância e viver um verdadeiro conto de fadas animado e colorido. Planeje sua viagem, leve as crianças, compre orelhinhas de Mickey e venha se deliciar com as maravilhas dessa cidade encantadora!

Thursday, January 26, 2017



Vai para Orlando? Saiba onde encontrar cupons de desconto!

Economize até 70% em lojas de roupas e restaurantes de luxo



Cupons de desconto são muito comuns em Orlando (Foto: Divulgação)
Viajar requer um excelente planejamento financeiro, principalmente em época de alta temporada, onde os preços de hotéis e comércios encarecem, e muito! O que a maioria das pessoas não sabem é que a viagem pode ficar mais em conta se forem utilizados os comuns, porém pouco aproveitados pelos turistas, cupons de desconto!
Se está pensando em fazer umas comprimas para levar para casa ou presentear a família, imprima seu cupom de desconto e divirta-se! Ou talvez queira almoçar e jantar naquele restaurante delicioso? Peça seus cupons e gaste até metade do que você provavelmente gastaria.
Nos Estados Unidos, os descontos são comuns e funcionam para quase todos os tipos de comércios, sejam eles de alimentação, como restaurantes e mercados, até lojas de roupas de marca, farmácias, etc.
O melhor de tudo é que na cultura norte-americana os cupons funcionam de verdade e não são mal vistos, oferecendo descontos altos de até 70% e refeições gratuítas para crianças acompanhadas dos pais. Não fique com vergonha de pedir e apresentar seu cupom, pois eles são muito populares e usados por pessoas de diferentes classes sociais.
Além de aproveitar esses benefícios, indicamos que cadastre-se nos sites de suas lojas e marcas favoridas, como Calvin Klein, Gucci, etc, para que também receba promoções por e-mail, o que facilita na definição do roteiro de compras.
Outra excelente dica é solicitar cartões de lojas, onde poderá receber um bom desconto, mesmo que pequeno, no final de cada compra. Além de tudo, estrangeiros são muito bem tratados e, em forma de cortesia, algumas lojas oferecem um descontinho especial, como no caso da Macy´s.


Parque da Disney é a maior atração da cidade de Orlando (Foto: Desfile de personagens / Divulgação)
Abaixo, listamos 10 sites que oferecem cupons de desconto em Orlando, mas lembre-se! Os cupons possuem data de validade, portanto confirme as datas e os imprima o mais próximo possível de sua viagem!

Visit Orlando - www.visitorlando.com
Coupon Album - www.couponalbum.com
Walmart - www.walmart.com
iDrive Resort Area - www.internationaldriveorlando.com
Premium Outlet - www.premiumoutlets.com
A-Z Printable coupons -www.az-printablecoupons.com
Retail Me Not - www.retailmenot.com
Kmart - www.kmart.com
Lake Buena Vista Factory - www.lbvfs.com



Saturday, January 21, 2017

Para quem gosta de viajar: Cruzeiros

Para quem não sabe, uma das minhas paixões, é viajar em navios de cruzeiro. E empresas para isso não faltam. Desde a mais baratinha até a mais luxuosa e sofisticada:


Um excelente lugar para achar cruzeiros baratos é no Vacations To Go:

http://www.vacationstogo.com/




Entre 2010 a 2012, fizemos três viagens aqui por perto, no Caribe mesmo. Conhecemos Key West, Bahamas, Cozumel, Jamaica, Ilhas Cayman, Tortuga e outros lugares que agora não me vem à memória.

Em 2013, fizemos um cruzeiro, saindo de Miami e indo até a Europa (Málaga, Barcelona, Pisa, Roma e Veneza), por 18 dias, por caríssimos $699 dólares por pessoa, no navio da Carnival, que anteriormente se chamava Destiny. Aliás, esta foi a sua última viagem antes de ser totalmente reformado e agora é chamado de Sunshine:


🙂
Para deixar claro: O navio era antigo, simples (4****), mas a viagem foi muito boa. A tripulação foi muito atenciosa e a comida simplesmente deliciosa - Claro que sempre fugíamos dos famosos "buffets", onde a turma se entope de comida e quase sempre optamos pelo serviço à la carte, servido nos restaurantes do navio, onde podíamos experimentar de absolutamente tudo.



Fora o sushi bar, que era uma delícia... Passeava por lá quase todos os dias!









Para atravessar o Atlântico (que durante toda a travessia parecia um lago), levamos algo em torno de 9 a 10 dias, e nesse meio tempo, conversei bastante com os novos amigos de cruzeiro, li um livro, muito bom por sinal (A God Who Hates, escrito por Wafa Sultan, uma médica síria, radicada nos EUA, que apesar de ser muçulmana, coloca, com muita maestria, as mazelas do Islamismo), assistimos MUITOS filmes, shows, apresentados quase que diariamente no anfiteatro do navio, e nos divertimos bastante, especialmente tirando fotos e TUDO (foram mais de 3,000 fotos!!!).



Tirando a tripulação, acho que éramos os mais "novinhos" no navio. Os demais, em sua maioria, todos aposentados e pra lá de 60 anos... O que me lembro muito bem, foi de uma conversa com um casal. O marido me contou que eles passavam 6 meses no ano, viajando de navio. Pensei comigo: Devem ser ricos, mas aí ele me explicou: - Sabe o que é? É mais barato viajar de navio, do que ficar em casa. Então, quando é inverno no nosso País (eles eram Ingleses), viajamos, e então, no verão e na primavera, passamos em casa, com a nossa família.
Isso me lembrou uma música chamada "Os Argonautas", que diz: Navegar é preciso, viver não é preciso... Mas que nada! O melhor mesmo é navegar e viver! 






Como é bom amanhecer cada dia em um porto diferente, conhecendo os costumes, a história, e claro - a comida do local. 

Foi uma experiência maravilhosa. Como já mencionei, havíamos feitos alguns cruzeiros pelo Caribe, mas este, para a Europa foi especial. E sabe porque? 

Meu Avô saiu no mesmo porto em Malaga, no início do século XX para ir para o Brasil, tentar uma vida nova. E eu, descendente de Espanhol, volto para conhecer "Mi Tierra", chegando, quase um século depois, de navio também. As circunstâncias, porém, graças ao bom Deus, totalmente diferentes.

Na noite que antecedeu a nossa chegada do porto de Málaga, simplesmente não consegui dormir! 



Era tamanha a ansiedade e a emoção de saber que o meu Avô, Sr. Gabriel Estevez Estevez, buscando uma vida melhor para si, se aventurava em aguas desconhecidas e em um novo País que, apesar de ter uma língua parecida, não era a sua língua materna. Prova disso, é que ele  (e minha avó também), tinham um sotaque bem arrastado, mais puxado para o espanhol, mesmo. Tanto é, que dificilmente eu entendia o que eles queriam dizer, na maioria das  vezes. O interessante é que o meu Pai, Sr. João Estevez Parra não falava nenhuma palavra de Português até os 8 anos, quando começou a escola primária.

Pois bem: chegamos, finalmente à nossa primeira parada: 

MÁLAGA, na província de mesmo nome, na Comunidade Autônoma de Andalucía (Andaluzia), bem no sul da Espanha. Uma cidade simplesmente linda:






































E o que mais me surpreendeu: diferentemente do que eu pensava, o Espanhol é, via de regra, educado e cortês! Nos divertimos muito, mas como não havia dormido na noite anterior, veja o que a Rose (minha esposa) aprontou comigo:





Bom, tem mais alguns destinos para mostrar:
2 - Barcelona,
3 - Pisa (Spezzia, Cinqueterre),
4 - Roma e Vaticano,
5 - Veneza
6 - Paris
7 - Madrid

E também vou contar qual foi o custo total da viagem, incluindo traslado aéreo de Veneza a Paris e de Paris para Madrid, além de hotéis em Veneza, Paris e Madrid, além do aluguel de carro em Pisa, Itália.

Para não cansar muito, conto como foi nos próximos posts, combinados?


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Monday, August 15, 2016

Carros nos EUA

Uma coisa que acho muito legal nos Estados Unidos, é o preço do carro. Como viemos de um País onde o custo de aquisição de um é muito alto, e para quem não tem o dinheiro para pagar à vista, os juros também são altíssimos (entre 1,12 a 4,00% ao mês, o que dá entre 14,32% e 60,02% ao ano, quando chegamos aqui, nos maravilhamos com a facilidade de comprar um carro BEM melhor daqueles que podemos comprar no Brasil, não só pelo valor, mas também pelos juros que são de (para quem tem um crédito bom) 0% a 3.9% ao ano. 

Uma vez até achei engraçado, pois comprei um Sonata Limited, top de linha, com juros de 0.99% ao ano. 


Achei que tinha feito um ótimo negócio, mas depois de 2 meses, eles lançaram uma promoção de 0% ao ano, para até 60 meses! De qualquer forma, os juros foram bem pequenos. 

Aqui temos a compra à vista, financiada e o leasing, que é verdadeiramente um aluguel do carro, diferentemente do Brasil. Você aluga o carro por um período que pode variar entre 24 e 48 meses, normalmente.



O único problema é que, diferentemente do Brasil, o carro aqui é apenas um instrumento de uso. No Brasil, até por conta da dificuldade em comprar (e também em manter), consideramos um membro da família.

Não se paga IPVA na Flórida. Apenas uma licença anual, que varia de acordo com o peso do veículo, mas que não passa de US$120.00 por ano. Podendo ser um Fusca ou uma Ferrari, não importa o preço do carro.

Aliás, o imposto aqui são pagos quando se compra o carro. No Condado onde moro (Orange County), a taxa é de 6,5% sobre valor do veículo. No Condado ao lado, (Osceola County), a taxa é de 7%.

Assim, se um carro custa US$20,000.00 o imposto será no meu Condado US$1,300.00

O que é interessante é o fato de que se você usar o seu carro usado na troca por um novo, o imposto será somente sobre o valor da volta. Vamos dizer que o carro usado vale US$7,000.00 e o novo US$20,000.00 

Neste caso, na diferença (US$13,000.00) será aplicado o imposto (US$845.00). Veja que aqui não existe bi-tributação. O imposto é único, cobrado na boca do caixa, na hora da venda, ou seja, até o momento da aquisição, nada tem imposto.

MAS... COMPRAR OU FAZER O LEASE?

Vai muito da pessoa, uns acham melhor comprar. Outros acham o lease melhor.

A vantagem de se comprar o carro, seja à vista ou financiado, é que você é o dono dele (no caso de ser financiado, assim que acabarem as parcelas - neste caso, aconselho que não sejam mais que 36). 
O problema é que 3 anos depois, ele passa a valer menos da metade do preço que custava novo. Outro problema é que se você sofre um acidente, por culpa sua ou de outrem, ele será desvalorizado. Aqui nos EUA tem um sistema chamado CARFAX (tem outros também, mas este é o mais conhecido), onde (quase) tudo o que acontece com um carro, vai para o banco de dados deles:


Neste caso, você terá dificuldade para vender o carro, ou terá que vende-lo a preço muito abaixo do preço de mercado.
A vantagem de se ter estes sistemas aqui nos EUA, além de conhecer a história do veículo, dá para saber quantos donos teve, quantos serviços foram feitos, e o MAIS importante: quantas milhas ele REALMENTE rodou.
Aqui não tem essa história de "dar o tombo" no velocímetro, como acontece muitas vezes no Brasil. Acho isso de extrema importância, já que o carro vale pela sua conservação e pelo tanto que foi usado

O Lease, por sua vez, é super interessante. Só é feito para carros novos. É importante ver o valor residual do veículo e quanto o fabricante está pedindo pelo tempo e a quantidade de milhas (cada milha = 1.609 km) que você vai usar o carro.

O último carro que pegamos, foi uma Santa Fé, 6 lugares, limited, ultimate, top de linha, cujo preço de venda era US$43,000.00 mais ou menos igual à esta:



Se eu fosse compra-la, sairia, com desconto, uns US$37,500.00 + 6,5% de impostos + despesas de transferência da placa (aqui a placa segue o dono) + manutenção por 3 anos, no mínimo = US$40,700.00 - LEMBRE-SE que algumas concessionárias dão desconto em seus carros. Outras, além de não dar, ainda colocam alguns "extras", que podem aumentar o preço do seu carro em até US$3,000.00 - Por isso PESQUISE. Veja um exemplo:


Como resolvi fazer um Lease, e dar US$10,000 de entrada, vou pagar, já com a manutenção incluída, 24 x de $112.00 (fiz o Lease de 24 meses e 30,000 milhas), o que acho mais interessante.

A desvantagem é que se a gente passar do número de milhas (30,000), paga-se US$0.20 por milha excedente. A vantagem é que vc troca de carro sempre que vence o lease (o que, para mim é ótimo, pois não consigo ficar com um carro muito tempo), e em caso de acidente, uma vez consertado, no fim do lease, você retorna o carro para o dono, que é o fabricante. Se vai desvalorizar, o problema é deles.

No caso do lease também, é sempre bom ter um segundo carro, de preferência mais barato, pois se for usar muito, dá para balancear a quantidade de milhas rodadas.

Bom. É isso, em síntese. Se gostaram da matéria e tiverem alguma dúvida, basta perguntar. Se eu souber a resposta, com prazer, responderei!

Abraço e até a próxima!!!